Adeus comunicação.

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Nenhum código, em nenhuma língua

Nada significa você

Lingüistas e literatos então, contradigo-lhes
O português é burro e pobre
Junto com ele o latim e todas as suas vertentes

E digo mais
Se todo mundo um dia
Conhecer um amor como eu conheço

Adeus comunicação.

Bruno Neiva Moreno, 27/02/2008

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Honesto no pouco

Os filhos deste mundo são mais astutos no trato entre si do que os filhos da luz. […] Usem a riqueza deste mundo ímpio para ganhar amigos, de forma que, quando ela acabar, estes os recebam nas moradas eternas. 

Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito, e quem é desonesto no pouco, também é desonesto no muito. Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas? E se vocês não forem dignos de confiança em relação ao que é dos outros, quem lhes dará o que é de vocês?” Evangelho de João, capítulo 16

E aí? Vamos continuar “dando bola” pra o guardinha? Enganando o governo com aquele “imposto que ninguém paga”?

Já pensou como o país seria outro sem o “jeitinho” brasileiro?

Deus abençoe!

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The Friendship Algorithm

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Conflito de gerações (*)

Vida de pai está cada vez mais difícil. Uma simples conversa com o filho pequeno pode gerar perplexidade.

O diálogo de João Pedro com seu filho, de 10 anos, pode servir como prova desse fosso entre as gerações.
– Que você vai ser quando crescer, filho?
– Presidente da República, pai.
– Puxa, filho, que legal. Mas por quê?
– Pra não precisar estudar.
– Não, filho, não é bem assim. Precisa estudar muito.
– Então quero ser vice-presidente.
– Vice, filho? Por quê?
– Pra não precisar estudar. O José de Alencar também só foi até a quinta série primária. Já posso parar.
– Não é assim, filho. Ele trabalhou muito e aprendeu.
– Pai, todo mundo que se dá bem não estudou: o presidente, o vice, a Xuxa, o Ronaldinho, o Ronaldão, o Zeca Pagodinho, o Faustão…
– É que eles têm um talento…
– Ah, entendi, estudar é para quem não tem talento?
– Não, filho, pelo amor de Deus. Artista é diferente.
– O presidente e o vice não são artistas.
– Não, quer dizer, o presidente, de certo modo, até é.
– Se eu estudar, vou ganhar mais do que o Kaká?
– Menos.
– Ah, é? Então quero ir já para a escolinha.
– Você já está numa boa escola, filho.
– Quero ir pra escolinha de futebol.
– Não, filho, você precisa estudar muito. A escola abre caminhos para as pessoas. Pode-se viver dignamente. Filho, você precisa ter bons valores. Pense numa profissão, numa coisa honesta e que seja respeitada. Não quer ser médico, dentista ou, sei lá, engenheiro?
– Não. De jeito nenhum. Tô fora, pai!
– Mas por que, filho?
– Eles nunca vão ao Faustão.
– Isso não tem importância, filho. Que tal bombeiro?
– Vou querer ser astronauta ou jornalista.
– Hummm… Jornalista? Por que mesmo, filho?
– Não precisa mais ter diploma pra ser jornalista. Mas…Pensando melhor, acho que vou querer ser corrupto.
– Filho, não diga isso nem de brincadeira!
– Na TV disseram que ninguém se dá mal por causa da corrupção e que tudo sempre termina em pizza. Adoro pizza. Quando for corrupto, pedirei só de quatro queijos.
– Ser corrupto é muito feio, meu filho.
– Ué, pai, se é feio assim, por que Brasília está cheia deles e quase todos conseguem ser reeleitos?
– É complicado de explicar, filho. Mas isso vai mudar.
– Quero ser corrupto e praticar nepotismo.
– Cale a boca, filho, de onde tira essas barbaridades?
– É só olhar a televisão, pai. O Sarney pratica nepotismo e é presidente do Senado. Ninguém pode mexer com ele.
– Mas você sabe o que é nepotismo, filho?
– Sei. É empregar os parentes da gente.
– E você quer fazer isso?
– Se eu te arrumar um emprego você deixa?


* Autor desconhecido

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As raízes esquecidas da ciência (*)

No âmago de toda ciência está a convicção de que o Universo é ordenado. Sem essa profunda convicção, a ciência não seria possível. Temos então o direito de perguntar: de onde vem essa convicção? Melvin Calvin, prêmio Nobel de Bio-química, parece ter poucas dúvidas acerca de dua origem:

Quando tento discernir a origem dessa convicção, tenho a impressão de detectá-la na noção básica descoberta 2 ou 3 mil anos atrás e enunciada pela primeira vez no mundo ocidental pelos antigos hebreus: ou seja, que o Universo é governado por um único Deus e não é o produto dos caprichos de muitos deuses, cada um governando seu próprio espaço segundo suas próprias leis. Essa visão monoteísta parece ser o fundamento histórico da ciência moderna.

Isso é surpreendente, se pensarmos que é comum na literatura, primeiro, reconhecer as raízes da ciência contemporânea lá nos gregos do século 6 a.C. e, depois, mostrar que, para possibilitar o avanço da ciência, a visão grega teve de ser esvaziada do conteúdo politeísta. […] Embora os gregos, sob muitos aspectos, certamente tenham sido os primeiros a praticar a ciência mais ou menos da forma que a entendemos hoje, Calvin está dizendo que a visão real do Universo que mais ajudou a ciência, a saber, a visão hebraica, veio muito antes da visão de mundo dos gregos.

C. S. Lewis acredita que “os homens tornaram-se cientistas porque esperavam haver leis na natureza, e esperavam haver leis na natureza porque acreditavam num legislador“. Esta convicção, herdada do eminente matemático e historiador da ciência Alfred Whitehead, foi a mesma que levou Francis Bacon, considerado por muitos como o pai da ciência moderna, a ensinar que Deus nos fornece dois livros – o livro da natureza e a Bíblia – e que, para ser instruída de maneira apropriada, a pessoa deveria dedicar a mente ao estudo de ambos.

Muitas das proeminentes figuras da ciência concordaram com isso. Homens como Galileu, Kepler, Pascal, Boyle, Newton, Faraday, Babage, Mendel, Pasteur, Kelvin e Clerk Maxwell eram teístas; em sua maioria eles eram, de fato, cristãos. Sua crença em Deus, longe de ser um empecilho para a ciência, era muitas vezes a principal inspiração para ela, algo que eles não tinham vergonha de afirmar. A força que impulsionava a mente inquisitiva de Galileu, por exemplo, era sua profunda convicção interior de que o Criador que nos “deu sentido, razão e intelecto” pretendia que nós nãorenunciássemos ao uso deles e que, por algum outro meio, obtivéssemos o conhecimento que por meio deles podemos adquirir“.

Peter Harrison apresentou o impressionante argumento de que uma característica dominante no surgimento da ciência moderna foi a atitude protestante em relação à interpretação de textos bíblicos, que significou o fim da abordagem simbólica da Idade Média.

Não estamos afirmando que todos os aspectos da religião em geral e do cristianismo em particular contribuiram para o surgimento da ciência. O que estamos sugerindo é que a doutrina de um único Deus criador, responsável pela existẽncia e pela ordem do Universo desempenhou um papel importante. Não estamos sugerindo que nunca tenha existido antagonismo religioso em relação à ciência. Na verdade, como disse T. F. Torrance, o desenvolvimento da ciência foi muitas vezes “seriamente obstruído pelas igreja cristã, mesmo quando no seio dela começavam a surgir as primeiras idéias modernas“.

É naturalmente, muito difícil saber “o que teria acontecido se…“, mas, sem dúvida, não é nenhum exagero dizer que o surgimento da ciência teria sido seriamente retardado se uma doutrina particular de teologia, a doutrina da criação, não estivesse presente – uma doutrina comum do judaísmo, do cristianismo e do islã.

(*) Texto retirado do livro ‘Por que a ciência não consegue enterrar Deus?’, de John C. Lennox

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O último prego no caixão de Deus? (*)

Há uma impressão popular muito difundida de que cada avanço científico é mais um prego no caixão de Deus. É uma impressão alimentada por pensadores da ciência. […] Peter Atkins reduz a fé não apenas a um sentimento, mas a um sentimento que se opõe à ciência. Richard Dawkins vai além, ele considera a fé um mal a ser eliminado:

“[…] Eu acho natural argumentar que a fé constitui um dos grandes males do mundo, comparável ao vírus da varíola, só que mais fácil de arradicar. A fé, sendo uma crença que não se baseia em evidências, é o principal vício de qualquer religião.”

Visões como essa se situam num ponto extremo de um grande gráfico de posições, e seria um erro pensar que elas sejam típicas. Muitos cientistas não se sentem nada satisfeitos com essa militância, sem mencionar os traços repressores, até totalitários, dessas visões. Todavia, como sempre acontece, são as visões extremistas que chamam a atenção do público e são expostas na mídia. […] Por isso mesmo seria uma leviandade ignorá-las.

Considerando-se o que ele diz, está claro que uma das coisas que geraram a hostilidade de Dawkins em relação à fé em Deus é a (lamentável) impressão que adquiriu de que, enquanto “a crença científica se baseia em evidências publicamente verificáveis, a fé religiosa não apenas carece de evidências; sua independência de evidências é sua alegria, proclamada do alto dos telhados” [1]. Em outras palavras, ele considera a fé religiosa como fé cega.

[…] Seguindo o conselho do próprio Dawkins, perguntamos: Onde estão as evidências de que a fé religiosa não se baseia em evidências? Ora, é público e notório que, infelizmente, há pessoas que professam sua fé em Deus e adotam um evidente ponto de vista obscurantista e anticientífico. A atitude delas desonra Deus e deve ser deplorada. Talvez Dawkins tenha tido a má sorte de ter cruzado com uma multidão demasiado grande dessas pessoas.

Mas isso não altera o fato de que o cristianismo mais comum vai insistir que a fé e as evidências são inseparáveis. De fato, a fé é uma resposta a evidências, não um alegrar-se na ausência de evidências. O apóstolo cristão João escreve em sua biografia de Jesus: “Mas estes [sinais] foram escritos para que vocês creiam [2]. Isto é, ele entende que o que ele está escrevendo deve ser considerado como parte das provas nas quais se baseia a fé. O apóstolo Paulo diz o que muitos dos pioneiros da ciência moderna acreditavam, isto é, que a própria natureza faz parte das evidências da existência de Deus:

Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua própria divindade, tem sido vistos claramente, sendo compreendido por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis.

Não faz parte da visão bíblica exigir que se acredite em coisas sem que haja nenhuma evidência. Exatamente como acontece na ciência, fé, razão e provas caminham juntas. A definição de fé apresentada por Dawkins como uma “fé cega” acaba sendo, portanto, o exato oposto da fé definida pela Bíblia. É curioso o fato de que ele não parece ter consciência da discrepância. Seria isso uma consequência de sua própria fé cega?

Assim, a idiossincrática definição de fé dada por Dawkins nos oferece um surpreendente exemplo do exato tipo de pensamento que ele afirma detestar – o pensamento que não se baseia em evidências. Pois, mostrando uma assustadora incoerência, as evidências são exatamente aquilo que ele deixa de apresentar em defesa de sua alegação de que a alegria da fé resulta do fato de que ela não depende de evidências. E a razão pela qual ele não apresenta essas evidências não é dificil de achar – elas não existem.

[…] O fato de existirem cientistas que parecem estar em guerra contra Deus não significa exatamente que a própria ciência esteja nesta guerra. Por exemplo, alguns músicos são ateus militantes. Mas isso significa que a música em si mesma está nessa guerra? De modo algum. A ideia aqui exposta pode ser expressa da seguinte forma: afirmações de cientistas não são necessariamente afirmações da ciência. […] As afirmações de Adkins, Dawkins e outros cientistas não são afirmações científicas, mas sim expressões de crença pessoal, de fé pessoal – não sendo muito diferentes (embora sejam visivelmente menos tolerantes) do que muitas expressões do tipo de fé que Dawkins deseja de modo expresso erradicar. O fato de essas expressões serem afirmações de fé não significa que sejam falsas por si só; mas, isso sim, que elas não devem ser tratadas como se fossem fatos autorizados pela ciência. É preciso investigar em que categorias elas se encaixam e, o que é mais importante, se são verdadeiras ou não.

[…] Alguns cientistas sugerem outras evidências que poderiam ser aduzidas para sustentar a crença em Deus. John Houghton escreve:

Nossa ciência é a ciência de Deus. Ele é responsável por toda a história científica […]. A notável ordem, consistência, confiabilidade e fascinante complexidade presentes na descrição científica do Universo refletem a ordem, consistência, confiabilidade e complexidade da atividade de Deus.

Ghillean Prance expressa de forma igualmente sua fé:

Acredito há muitos anos que Deus é o grande arquiteto por trás de toda a natureza […]. Todos os meus estudos científicos a partir daquele tempo confirmaram minha fé. Considero a Bíblia como minha principal fonte de autoridade.

Temos assim a interessante situação em que, de um lado, intelectuais naturalistas nos dizem que a ciência eliminou Deus e, do outro lado, teístas dizendo-nos que a ciência confirma sua fé em Deus. As duas posições são defendidas por cientistas muito competentes. O que significa isso? Bem, significa com certeza que é uma atitude demasiado simplista pressupor que a ciência e a fé em Deus são inimigas, e sugere que valeria a pena explorar qual é exatamente a relação entre ciência e ateísmo e entre ciência e teísmo. Em particular, qual dessas duas cosmovisões diametralmente opostas (ateísmo e teísmo) tem, de fato, o apoio da ciência?

(*) Texto retirado do livro ‘Por que a ciência não consegue enterrar Deus?’, de John C. Lennox


[1]Daily Telegraph Science, 1989
[2] João 30:21
[3] Romanos 1:20

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O pão diário: Limitações

Eu estarei com você (Êx 3:12).

Texto para reflexão: Êxodo 3:1-17; 4:10-17.

O que faz um deficiente visual superar seus limites e terminar seus estudos? Atitude! A diferença entre o deficiente visual e você que está lendo isto está apenas na localização da deficiência: talvez a sua não esteja nos olhos, mas ela pode estar aí, em qualquer lugar. Todos nós temos deficiências e pontos inibidores que nos impossibilitam de realizar algumas coisas na vida. Moisés também tinha os seus. Chamado por Deus para realizar uma grande tarefa, ele fica paralisado diante de suas limitações. Todavia, para cada argumento de impossibilidade apresentado por ele, Deus apresenta uma verdade libertadora e criadora de possibilidades. Em seu problema com aquilo que ele era, exclama: “Quem sou eu para ir ao faraó?” E Deus responde: “Eu estarei com você”. No temor de não ser ouvido, questiona: “Mas em nome de quem estou indo?” E Deus diz: “Eu estou enviando você”. Mas seu maior problema era consigo mesmo: “Deus, manda outro, pois não sei falar. Nem antes, nem mesmo agora que o conheci”. E Deus responde: “Quem faz o surdo e o mudo? O cego e o que enxerga? Não sou eu?” Tanto o cego como o que vê têm o mesmo valor diante de Deus, pois ele fez ambos. A força e o poder vêm dele, não de nós. Se Deus quisesse alguém que falasse bem, não teria chamado Moisés, e sim seu irmão. Mas ele quis Moisés. Moisés, porém, não queria! Não aceitava suas limitações. E se utilizava delas para negar-se a cooperar com Deus. Com você também não é assim por vezes? Sente-se incapaz e, portanto, não apto a servir a Deus. Mas é a você que ele quer usar. Que respostas você tem dado ao chamado de Deus para abençoar a vida de pessoas? Sente-se pequeno demais? Ele estará com você! Tem medo de não ser ouvido? É Deus quem o envia! Sente-se incapaz? Foi ele quem o fez assim e o escolheu; portanto, ele o capacitará, pois Deus usa nossas limitações como matéria-prima de sua ação quando confiamos nele. – WMJ

Diante de suas limitações tome uma atitude: confie e obedeça a Deus.

Fonte: http://www.bibliafacil.com.br/meditax.php

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